Existem dois tipos de esperança. Há a esperança humana que depende das circunstâncias e floresce quando tudo vai bem e desaparece quando a vida muda. É a esperança que diz: Vai dar tudo certo, igual a canção popular…Vai da tudo certo….
Mas, existe uma outra esperança que continua viva quando o diagnóstico é ruim, quando uma cadeira vazia fica na mesa e quando as notícias inesperadas aparecem e o futuro se torna incerto.
Essa esperança não nasce das circunstâncias, ela nasce daquilo que Deus fez. E foi exatamente esse cenário que Pedro escreveu a sua primeira carta, pois os nossos irmãos estavam sem casas, empregos, segurança, familiares, estavam espalhados e perseguidos eram estrangeiros, forasteiros mesmo.
A pergunta deles era a mesma que muitos fazem hoje:
“Como continuar crendo quando tudo parece perdido?”
Pedro responde mostrando que o cristão pode perder muitas coisas…
Mas nunca perde aquilo que Deus lhe deu.
Porque Deus nos fez nascer de novo para uma herança eterna, podemos enfrentar as provações presentes com uma alegria sustentada pela esperança da salvação em Cristo.
Nossa esperança está firmada na obra perfeita de Deus (1 Pd 1–5)
Pedro inicia exaltando o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. A esperança cristã não começa em nós e sim na misericórdia de Deus, vamos ver os verbos do texto: ELE NOS ELEGEU, NOS FEZ NASCER DE NOVO, NOS DEU VIVA ESPERANÇA, NOS RESERVOU UMA HERANÇA E ELE NOS GUARDA PELO SEU PODER.
Tudo começa em Deus. Tudo permanece em Deu e tudo termina para a glória de Deus.
O cristão não vive sustentado pela força da sua fé. Ele vive sustentado pelo Deus da sua fé pois a esperança do cristão não é um sentimento otimista mas uma certeza fundamentada na ressurreição de Jesus Cristo…
Se Cristo saiu do túmulo…
Nossa esperança jamais poderá morrer.


“Quando a graça é maior que as lágrimas”